Desde 2010 |Referência em Pole, Aéreos, Dance e Acrobacias

(11) 3032.0000 - Av. Jabaquara, 245, Mirandópolis,

Metrô Praça da Árvore / Metrô Santa Cruz (Saúde / Vila Mariana) 

PARA ESTACIONAR (CONVÊNIO):

-R&R Estacionamento - Av. Jabaquara, 476

September 7, 2016

Please reload

Posts Recentes

Não se esqueça da ponta de pé!

October 6, 2016

1/2
Please reload

Posts Em Destaque

Aéreos: saiba os benefícios desta atividade física, recomendada para todas as idades

March 22, 2017

Quem nunca teve vontade de voar? Quem nunca tentou acrobacias mirabolantes quando era criança? Quem nunca foi a um circo e se surpreendeu com acrobatas envoltos por tecidos longos ou por um trapézio que balança de um lado para outro sob a grande lona ? Pelo menos por uma das situações acima você já deve ter passado, e talvez você não saiba, mas há exercícios físicos que podem se assemelhar a incrível sensação de atingir as alturas ao mesmo tempo que condicionam seu corpo: os Aéreos.

 

Para início de conversa, os aéreos são muito mais do que uma atividade física – são pura arte circense! Os praticantes de aéreos geralmente não enxergam estas práticas corporais como um esporte, diferente do pole sports, por exemplo. No entanto, os aéreos vem a cada dia mais caindo no gosto daquelas pessoas que gostam de se exercitar, mas não apreciam os esportes coletivos e a academia, já que aéreos garantem muitos benefícios para o corpo e podem inclusive deixar seus praticantes muito mais fortes do que a musculação.

 

Os aéreos mais conhecidos são a lira, o tecido e o trapézio, mas existem diversos, como a corda, a corda indiana, a faixa e entre outros.  Os notáveis benefícios, que na verdade são

consequências de se aventurar na prática, são o condicionamento físico, a consciência corporal, a força e a flexibilidade. De acordo com a instrutora Tutti Mendes, que está na área há oito anos, é um exercício de corpo inteiro, apesar de ter uma ênfase maior em membros superiores (braços, costas, ombros e abdômen) no caso da lira e do tecido. “O circo, no geral, tem uma característica de superação. Toda a aula você se supera, e você tem um ganho de massa muscular e de flexibilidade ao mesmo tempo em que está se divertindo, é isso o que torna a prática tão bacana” – comenta a professora.

 

Além de um trabalho corporal, é estimulante e desafiador, segundo a instrutora de aéreos Esther Gonzaga Fernandes: “você trabalha o psicológico, subindo alto, fazendo quedas, precisa ter coragem para subir. Você enfrenta medos”. O melhor de tudo é que você não precisa ter um preparo físico prévio para começar as aulas – “é chegar chegando! ”, Esther incentiva.  A própria instrutora nunca tinha feito academia até se jogar nos aéreos há quatro anos e torná-los sua profissão.

 

Contudo, condicionamento físico nunca é demais, e tê-lo pode melhorar o desempenho durante as aulas de aéreos:

“É interessante chegar com um preparo prévio, porque você pode evoluir mais facilmente durante a aula. Mas não é obrigatório, o preparo que as pessoas precisam já pode ser garantido durante as aulas” explica a educadora física e instrutora Tânia Freitas. “O tecido, por exemplo, força bastante o alongamento e te coloca em algumas saias justas em que você acaba alongando mais do que imaginava que conseguiria. Isso é uma vantagem, mas também é perigoso, por isso é preciso aquecer e alongar bastante” alerta Tânia, que já tem sete anos de circo.

 

Além disso, como qualquer exercício físico, aéreos requerem muito treino, paciência e orientação do professor para evitar lesões. “Aquecimento e preparo físico são essenciais para a prática dessa atividade” – ressalta Esther. Para toda aula, são necessários um aquecimento, um preparo físico e a ativação das articulações antes dos alunos começarem a executar técnicas e truques nos equipamentos. Lembrando que a ponta de pé a todo o momento, e o alongamento ao final da aula também são indispensáveis!

 

Vale pontuar que, tanto no circo quanto em esportes, nem tudo são flores: “no caso da lira e do trapézio, as desvantagens são os calos e roxos, e a queimação na pele caso faça algum movimento errado é um ponto negativo do tecido” – explica a professora Tutti. Por isso, é preciso usar uma roupa adequada e respeitar os limites do seu corpo. A notícia boa é que depois algum tempo de treino regrado, o corpo começa a entender as travas e os movimentos (a famosa consciência corporal em ação), e dificilmente você deve sentir dores musculares ou roxos como no início.

 

As queridas instrutoras também deixaram algumas dicas para você, que está tomando coragem para começar a aula de aéreos, e que com certeza vai se inspirar depois de ver as fotos e depoimentos delas:

 

 

"O começo não é fácil! Mas não se acostume com  a ajuda constante do professor para fazer os movimentos, porque você eventualmente poderá e conseguirá fazer sozinho” – Tutti Mendes

 

“Não desistam e vão com calma porque vai dar certo.” - Tânia Freitas 

 

 É muita insistência, saber ouvir seu próprio corpo e cuidar de si mesmo” – Esther Gonzaga

 

 

 

 

E aí, curtiu? Est