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September 7, 2016

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October 6, 2016

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Entre deslizes e escorregadas, apresento-lhes o Pole Dance no calor!

September 20, 2016

Chega setembro, e só consigo me lembrar de um camarada que está saindo pelas portas dos fundos, se despedindo aos poucos: o inverno. É hora de dar adeus às meias quentinhas, aos cobertores gigantes e ao chocolate quente. Afinal, a queridíssima primavera já toca a campainha, o solão aparece na janela e pede para que o dia comece mais iluminado e colorido (apesar de às vezes vir acompanhado de chuvinhas). Mas para os pole dancers, um novo clima traz um novo detalhe, a mudança climática pode influenciar no desempenho nos treinos.

 

Quem vive em estados mais quentes e com menor variação de temperatura ao longo do dia talvez não sinta tanto, mas olha, digo que nós pole dancers do sudeste e provavelmente do sul brasileiro sentimos uma (BAITA) diferença na hora de treinar dependendo do clima! Isso sem levar em consideração a disposição corporal, claro, porque tem dias que o rendimento pode ser exorbitante ou nulo durante a aula, depende do quão dispostos estamos. Acredito que a adaptação a climas diferentes seja uma questão de timing, porque quando pegamos tempo e experiência na barra começamos a notar se há alterações no treino dependendo da época do ano, além de conseguirmos nos adaptar ao clima e não acabar “prejudicando” o próprio desempenho.

 

Durante o inverno e possivelmente outono em São Paulo, por exemplo, é comum sentir ou ouvir polers comentarem que a barra está mais fria e escorregadia, que é preciso limpá-la praticamente a aula inteira, ou usar colas mais “grudentas” para se segurar no pole. Além disso, a pele resseca muito fácil com frio, mas não quer dizer que o corpo não se transforme em uma cera humana quando vamos para o pole. O atrito da pele seca com a barra não só deixa o contato escorregadio no primeiro momento, como pode facilitar ralados e até bolhas conforme o corpo aquece. Pele seca, corpo aquecendo e você aumentando a pressão para se manter na barra – pelo menos um roxinho você pode ganhar “de presente” caso não tome cuidado.

 

Acabei descobrindo, depois de muitas bolhas e peles dolorosamente descascadas, que a melhor maneira de evitar essas chatices é hidratar a cada dois dias (MAS BEM DE LEVE) o corpo, e pensar em uma hidratação no período de pelo menos 12 horas antes de treinar, para justamente não ficar melecada demais e prejudicar o desempenho. Ah! E como não deixo de lado o discurso da tia preocupada, no frio também é imprescindível aumentar o tempo de alongamento e aquecimento - evitemos lesões, por favor!