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Lesões no pole, quem nunca?

August 31, 2016

Sabe aquele movimento dos sonhos? Aquele que você sempre pensou em fazer no Pole? Imagina que você estudou a técnica do movimento, inspirou-se em diversos vídeos e fotos, preparou seu corpo por um bom tempo e respirou fundo antes de ir para barra. Agora imagina que você finalmente conseguiu fazê-lo perfeitamente, que repetiu uma, duas, três vezes, e bem na última vez -  depois de todo o seu esforço e conquista - acaba se machucando da maneira mais improvável. Pior de tudo, tem que ficar “de molho” dos treinos até se recuperar direito. 

 

Essa é uma situação chata mas real para nós, apaixonadas e apaixonados pelo Pole Dance, que nos esforçamos (e suamos) em todos os treinos e acabamos no meio do caminho nos deparando com alguns obstáculos. Mas muita calma nessa hora! Afinal, lesões são mais comuns do que pensamos. Cá entre nós, quem nunca se machucou no pole, mesmo que tenha sido uma inocente câimbra?

 

O Pole Dance já é um esporte desafiador: basta mensurar o esforço que o nosso corpo faz toda vez que vamos para a barra! Não é fácil escalar, inverter, girar. É preciso força, flexibilidade e equilíbrio nos braços, abdômen, pernas, costas, ombros – é um exercício completo e intenso. Não é à toa que ficamos com marcas e roxinhos na pele, ralamos peito do pé e pulsos, ou sentimos aquelas dorzinhas musculares pós-treino. 

 

Há pole dancers que falam de ter contundido um músculo ao fazer um espacate, há quem reclame de dores nos joelhos, também sempre tem alguém que já deslocou ombro ou sentiu a perna fisgar ou bateu costela na barra na hora de inverter. As lesões podem acontecer durante o aprendizado, não se assuste! Entretanto, elas não devem ser “corriqueiras”. Por isso, existem práticas que podem minimizar e até mesmo zerar as chances de lesões acontecerem.
 

Uma palavra-chave: autoconhecimento. Nosso corpo – quer a gente aceite ou não – sempre nos dá sinais de que tem limites. Sim, é difícil ater-se ao limite físico quando o que queremos é evoluir, melhorar, se superar. Sim, é chato ter que parar um exercício e se conformar com as dores, que você sabe (e sente) que são excessivas, enquanto tenta aquele treino novo.  Ouvir e respeitar o próprio corpo faz parte e é o primeiro passo. Basta compreender quando o corpo pede para parar e se questionar:  já teve problemas com articulações, por exemplo? Já quebrou algum membro ou rompeu algum ligamento? Tem predisposição familiar para algum tipo de lesão? Tem doenças respiratórias crônicas? Já fez algum tipo de alongamento? Já sentiu que ultrapassou seu limite ou não conseguiu identificá-lo ainda? São algumas perguntas quase óbvias mas úteis antes de começar qualquer tipo de exercício, na verdade. Parece simples, mas não prestar atenção os sinais do seu corpo pode ser uma grande pegadinha.
 

Se já teve lesão ou está lidando no momento com uma, a melhor e mais complicada missão é ter paciência. Forçar melhoras, insistir em treinar, insistir em treinos excessivamente dolorosos, tudo pode ser uma sequência de escolhas inapropriadas. Dica sincera? Sossega e respira! Fácil dizer, complicado de fazer. Tente distrair a cabeça, pensar em outras maneiras de exercitar o corpo e mente, e também refletir: antes de se machucar, será que aqueceu suficiente o corpo antes da aula? Forçou algum movimento incompatível com seu nível de aprendizado? Alongou corretamente antes e depois da aula? Sua alimentação está balanceada? Como é sua rotina, muito corrida ou estressante? Todo "autoquestionamento" é bem-vindo e pode evitar que se machuque de novo.

 

Afinal, existem vários fatores - por menores que sejam - que podem gerar contusões, contraturas, rupturas, quedas e outros problemas no Pole. Ninguém gosta de se machucar, mas essas lesões podem ser um alerta do seu corpo. Ninguém gosta de ficar sem treinar, mas o tempo de recuperação é necessário e deve ser respeitado. Acima de tudo, ninguém gosta de ter novas lesões.

 

Quer uma outra dica? Informe-se! Pergunte aos seus professores, aos profissionais nas áreas de educação física e saúde, pergunte aos especialistas de sua confiança – todo conselho é válido, e pode te prevenir de dores e situações chatas de lidar.

 

Ouvindo seu corpo, respeitando seus limites, entendendo seu tempo e mantendo-se antenado, vai por mim, já te livra de muitos “ais e uis” indesejáveis. Pequenas atitutes deixam um mundo com mais inversões, giros e pontas de pé e menos preocupações, dores e contusões – à esse mundo, eu digo amém!

 

 

 

AMÉM! <3